Para responder à questão, considere a “Diretriz Brasileira de Fibrilação
Atrial – 2025” (Cintra et al., 2025).
Na avaliação de risco de fenômenos tromboembólicos na FA, conforme a última
Diretriz, usa-se atualmente o escore de CHA2DS2-VA. São variáveis consideradas nesse
escore, EXCETO: