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I. O antígeno prostático específico é uma protease liberada exclusivamente pelas células epiteliais do tecido prostático; II. O PSA é útil na detecção de tumor prostático e no seguimento do seu tratamento; III. Pode apresentar-se elevado nos quadros de prostatite; IV. Sua utilização pré-operatória não define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invasão capsular.
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Tema Central: A questão aborda a utilização do antígeno prostático específico (PSA) no diagnóstico e monitoramento do câncer de próstata, um tema importante na área de análises clínicas e bioquímica em biomedicina.
Justificativa para a alternativa correta (C): As afirmativas II, III e IV estão corretas.
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II. O PSA é útil na detecção de tumor prostático e no seguimento do seu tratamento:
O PSA é amplamente utilizado para detectar precocemente o câncer de próstata e monitorar a eficácia do tratamento. Um aumento ou diminuição dos níveis de PSA pode indicar a presença de tumor ou a resposta ao tratamento. Diretrizes clínicas, como as da American Urological Association, apoiam seu uso nessas situações.
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III. Pode apresentar-se elevado nos quadros de prostatite:
Além de câncer de próstata, o PSA pode se elevar em condições benignas, como prostatite (inflamação da próstata) e hiperplasia prostática benigna (HPB). Isso ocorre porque o PSA é uma proteína produzida pelo tecido prostático, e sua liberação no sangue aumenta em condições que afetam a próstata.
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IV. Sua utilização pré-operatória não define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invasão capsular:
O PSA tem limitações, incluindo a incapacidade de diferenciar com precisão entre câncer localizado e invasão capsular. Exames de imagem e biópsia são necessários para avaliação detalhada. Essa limitação é reconhecida em diretrizes clínicas, reforçando a importância de testes complementares.
Análise das alternativas incorretas:
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I. O antígeno prostático específico é uma protease liberada exclusivamente pelas células epiteliais do tecido prostático:
Essa afirmativa é incorreta porque, embora o PSA seja predominantemente produzido pelas células do tecido prostático, não é exclusivo a essas células. Pequenas quantidades podem ser encontradas em outros tecidos, o que invalida a exclusividade mencionada.
Estratégia para interpretação: Ao interpretar questões sobre biomarcadores como o PSA, é crucial entender suas aplicações clínicas, limitações e as condições que podem influenciar seus níveis. Isso ajuda a discernir afirmações verdadeiras de falsas, especialmente em contextos de exames diagnósticos.
Conclusão: A compreensão adequada do uso e limitações do PSA na prática clínica é essencial para o diagnóstico e monitoramento do câncer de próstata. Essa questão ajuda a ressaltar a importância do PSA, mas também a reconhecer suas limitações.
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I. O antígeno prostático específico é uma protease liberada exclusivamente pelas células epiteliais do tecido prostático;
O antígeno prostático específico é uma protease produzida quase que exclusivamente pelas células epiteliais do tecido prostático.
Fonte :http://www.laboranalise.com.br/psa-antigeno-prostatico-especifico/#:~:text=O%20ant%C3%ADgeno%20prost%C3%A1tico%20espec%C3%ADfico%20%C3%A9,em%20pacientes%20com%20c%C3%A2ncer%20prost%C3%A1tico.
O PSA (Antígeno Prostático Específico) é produzido principalmente pela próstata, mas outros tecidos também podem liberá-lo em pequenas quantidades, especialmente em condições patológicas.
Tecidos que podem liberar PSA:
1. Glândulas periuretrais (Skene em mulheres e Cowper em homens).
2. Mama (carcinomas e, raramente, lesões benignas).
3. Glândulas salivares (em alguns tumores).
4. Rim (carcinoma de células claras, raramente).
5. Ovário e testículo (tumores de células de Sertoli-Leydig).
6. Endométrio e colo uterino (adenocarcinomas).
7. Tumores neuroendócrinos e pancreáticos (ocasionalmente).
Situações não neoplásicas que elevam PSA:
- Trauma ou manipulação prostática (massagem, biópsia, cateterismo).
- Ejaculação recente.
Quando suspeitar de origem não prostática?
- Mulheres ou homens sem próstata com PSA detectável.
- Correlação com outros marcadores tumorais (CA 125, CA 15-3, etc.).
Confirmação: imunohistoquímica para PSA em biópsias e exames de imagem.
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