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Q3364374 Atualidades
Três meses depois da queda e da fuga do ditador Bashar Al‑Assad, o horror retornou ao país. Desde quinta‑feira (6/3/2025), uma matança de civis e confrontos entre as forças de segurança do governo interino e homens leais a Al‑Assad deixaram 1.454 mortos.

Internet<www.correiobraziliense.com.br>: (com adaptações).

O trecho da reportagem faz referência a um país do Oriente Médio. Trata‑se do(a)
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Alternativa correta: D - Síria

1. Tema central da questão
A questão aborda uma situação recente de instabilidade no Oriente Médio, em 2025, após a queda do ditador Bashar Al-Assad, com destaque para uma sequência de violência envolvendo civis e forças políticas rivais. Para acertar, é preciso conhecer atualidades internacionais e identificar líderes e conflitos marcantes na região.

2. Resumo teórico
A Síria tem vivido, desde 2011, uma das mais graves guerras civis do século XXI. Bashar Al-Assad, presidente sírio, foi figura central desse conflito, resistindo a pressões e rebeliões. Mesmo após possíveis mudanças de poder, o país segue marcado por violência entre forças do governo, opositores e grupos extremistas. Segundo a BBC e ONU, a Síria permanece foco de crises humanitárias e embates internos.

3. Justificativa da alternativa correta
O nome Bashar Al-Assad é diretamente associado à Síria. Os relatos de sua queda, fuga e subsequente violência refletem o contexto sírio, onde confrontos entre antigos apoiadores do regime e novas autoridades são comuns no pós-guerra civil. Por isso, a resposta correta é D - Síria.

4. Análise das alternativas incorretas
A - Líbano: Não foi governado por Bashar Al-Assad; enfrenta crises, mas não relacionadas ao contexto descrito.
B - Iêmen: Passa por guerra civil, porém Bashar Al-Assad não tem relação com o país.
C - Irã: É aliado do governo sírio, mas não teve Bashar Al-Assad como líder.
E - Jordânia: País vizinho, mas estável politicamente e sem envolvimento direto com Assad.

5. Estratégia de interpretação
Fique atento a nomes próprios e contexto histórico. Ao identificar Bashar Al-Assad, relacione à Síria e descarte países sem essa ligação. Evite confusões com nações vizinhas que também passam por conflitos, mas sem o mesmo personagem central.

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Síria

Três meses depois da queda de Al-Assad, o horror está de volta à Síria

Massacre de civis e confrontos entre forças de segurança leais ao governo interino e militantes leais ao ex-ditador Bashar Al-Assad deixam 1.454 mortos, incluindo 973 membros da minoria alauíta. Presidente promete justiça e clama por unidade.

FONTE: CORREIO BRAZILIENSE

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