O primeiro ramo da artéria carótida externa é o(a):
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Tema central: Esta questão trata da anatomia vascular do pescoço, especificamente dos ramos originados pela artéria carótida externa, conhecimento essencial para prática cirúrgica, exames de imagem e interpretação de patologias cervicais.
Justificativa da alternativa correta (B):
A artéria tireoide superior é amplamente reconhecida na literatura médica como primeiro ramo da carótida externa. Ela origina-se próximo à bifurcação da carótida comum e dirige-se à glândula tireoide, irrigando ainda parte dos músculos infra-hioideos e a laringe. Essa disposição anatômica é relatada em tratados clássicos como Gray’s Anatomy e confirmada em estudos anatômicos nacionais, sendo encontrada em mais de 88% dos casos nessa posição.
Análise das alternativas incorretas:
- A) Artéria oftálmica: Origem na artéria carótida interna, não na externa, seguindo para estruturas orbitárias e parte do sistema nervoso central.
- C) Artéria tireoide inferior: Deriva do tronco tireocervical (artéria subclávia), irriga o polo inferior da tireoide. Não tem relação com a carótida externa.
- D) Tronco tireocervical: É um ramo direto da artéria subclávia, responsável, entre outros, pela irrigação do pescoço e base do pescoço.
- E) Artéria torácica interna: Também é ramo da subclávia; destina-se à parede anterior do tórax e não ao território cervical externo.
Estratégias para resolver questões desse tipo:
Fique atento a: termos como “primeiro ramo”, diferenciação entre “carótida interna” e “externa” e confusão com ramos da subclávia (pegadinha frequente). O conhecimento dos ramos da carótida externa segue uma ordem conhecida: tireoide superior, lingual, facial, occipital, auricular posterior, faríngea ascendente, e temporal superficial/maxilar.
Segundo a referência de Moore & Dalley, Anatomia Orientada para a Clínica (7ª Ed., p. 802):
“A artéria tireoide superior é geralmente o primeiro ramo oriundo da artéria carótida externa.”
Resumo: Sempre associe o nome do ramo arterial à origem anatômica correta e revise mapas vasculares para evitar confusões. Este conhecimento é fundamental para condutas seguras em exames invasivos ou cirurgias cervicais.
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