Uma professora que atua em uma escola situada em uma cidade às margens do Rio Doce (MG) selecionou, para usar em suas
aulas, o seguinte trecho de uma reportagem:
Tragédia de Mariana: desastre com barragem acordou “monstro” de poluentes no Rio Doce, diz perito.
O desastre ambiental com a Barragem de Fundão, decorrente da atividade mineradora, realizada pela Samarco em Mariana (MG),
fez com que poluentes que estavam estabilizados no fundo do Rio Doce fossem suspensos, piorando as condições da água.
O “monstro acordado” pode ser um dos responsáveis pelas concentrações “elevadas de sólidos em suspensão e metais pesados”,
como manganês, cobre, alumínio e zinco, o que piorou a qualidade da água dois anos depois do desastre, conforme constatou
a Fundação SOS Mata Atlântica. Segundo estudo da entidade, as condições estão ruins ou péssimas em 88,9% dos 18 pontos
de coleta analisados. Isso ocorre não somente em função da toxicidade dos rejeitos, mas também da própria característica
dos compostos, que ficam suspensos e mantêm a turbidez, com baixa transparência da água, o que também prejudica muito
a proliferação da vida aquática ou a utilização do rio.
Disponível em: www.ihu.unisinos.br. Acesso em: 14 maio 2025 (adaptado).
Como parte de um plano de aula que se inicia com a leitura do texto e aborda questões científicas e socioambientais,
uma professora promove autonomia discente quando solicita aos estudantes que
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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