Sobre a simpatectomia torácica videotoracoscópica para hiper...

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Q3833855 Medicina
Sobre a simpatectomia torácica videotoracoscópica para hiperidrose, assinale a alternativa CORRETA. 
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Gabarito: A

Fundamento decisivo: A questão cobra o nível anatômico da simpatectomia torácica para hiperidrose palmar; na base decisória, T3 é o nível classicamente aceito como equilíbrio entre eficácia e menor risco de complicações, o que torna correta a alternativa A e invalida as opções que propõem T1, gânglio estrelado, contraindicação por IMC baixo ou irreversibilidade da clipagem.

Tema central: Nível da simpatectomia
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A está correta porque, na hiperidrose palmar, a interrupção em T3 é classicamente aceita como nível eficaz com melhor balanço entre benefício e segurança. No recorte cobrado, isso a diferencia de T1 e da manipulação do gânglio estrelado, que aumentam o risco de síndrome de Horner.
B
Errada
Está errada porque T1 não é nível recomendado para hiperidrose palmar isolada. A abordagem tão alta aproxima a intervenção das fibras oculosimpáticas e aumenta o risco de síndrome de Horner. Portanto, não procede dizer que T1 reduziria a sudorese sem impacto ocular.
C
Errada
Está errada porque a afirmação de que a clipagem não tem possibilidade de reversão contraria a base técnica da própria técnica. A clipagem foi difundida justamente por oferecer potencial possibilidade de reversão com retirada do clipe, embora a reversão clínica não seja garantida. A alternativa erra pelo caráter categórico de irreversibilidade.
D
Errada
Está errada porque não há contraindicação formal consolidada à simpatectomia apenas por IMC menor que 20 kg/m². A base admite que o IMC possa entrar em discussão prognóstica em séries cirúrgicas, mas isso não configura contraindicação técnica formal por si só.
E
Errada
Está errada porque a ressecção do gânglio estrelado não é obrigatória na hiperidrose palmar isolada. Ao contrário, sua manipulação deve ser evitada, já que aumenta o risco de lesão das fibras oculosimpáticas e de síndrome de Horner.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre secção mais alta e melhor resultado. Em simpatectomia para hiperidrose palmar, subir para T1 ou manipular o gânglio estrelado não torna a técnica mais seletiva; aumenta risco ocular e piora o perfil de complicações.
Dica para questões semelhantes
  • Em hiperidrose palmar, pense primeiro no equilíbrio entre eficácia e complicações; níveis mais altos não significam melhor escolha.
  • Se a alternativa envolve T1 ou gânglio estrelado, confronte com o risco de síndrome de Horner.
  • Na clipagem, o ponto decisivo é a reversibilidade potencial, não reversão garantida nem irreversibilidade absoluta.
  • Não transforme associação prognóstica isolada, como IMC, em contraindicação formal sem base técnica explícita.

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