Paciente 25 anos, secundigesta e primípara, com acompanhamen...
Qual a hipótese diagnóstica e conduta provavelmente CORRETA, baseado nas recomendações da International Society of Ultrasound in Obstetrics and Gynecology (ISUOG)?
Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: Na 34ª semana, o feto apresenta EFW no percentil 8 com queda acentuada do percentil 70 para 8 e MCA-PI no percentil 3, quadro compatível com FGR tardia e não apenas SGA; pela ISUOG, isso sustenta vigilância seriada com dopplervelocimetria e avaliação fetal, sem indicação de interrupção imediata pelos dados fornecidos.
- Em feto < p10 após 32 semanas, não decida pelo percentil isolado: integre a curva de crescimento e o Doppler.
- Na FGR tardia, UA-PI normal não exclui o diagnóstico; MCA-PI baixo sugere redistribuição cerebral.
- Parto em 35-36 semanas exige critério de gravidade ou Doppler mais alterado; na FGR tardia estável, a lógica é vigilância seriada.
- Se a questão citar ISUOG, use o critério de FGR tardia: EFW/AC < p10 com crossing de centis > 2 quartis e/ou Doppler sugestivo.
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