Uma paciente grávida, no terceiro trimestre, está sendo trat...
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gabarito está incorreto, pois a pergunta se refere a farmacodinamica o que o corpo faz com o medicamento, logo a metabolização do farmaco vai ocorrer no fígado com as enzimas hepática.
Diretrizes da Liga Internacional Contra a Epilepsia (ILAE) e da FEBRASGO apontam consistentemente:
O aumento do metabolismo hepático é o fator determinante para redução dos níveis séricos e necessidade de elevação de dose no terceiro trimestre → Alternativa A é a correta do ponto de vista clínico e científico.
A redução da ligação proteica existe, mas não é indicação de ajuste de dose — apenas muda a forma de interpretar os exames.
Pode ser que o gabarito esteja desatualizado ou tenha adotado um raciocínio que confunde "mudança na proteína" com "motivo de ajuste". Na prática médica e em provas bem elaboradas, a resposta correta é a A.
1. Aumento do metabolismo hepático = motivo real para elevar dose
A elevação dos estrogênios na gestação induz enzimas hepáticas (ex.: UGT1A4 para lamotrigina, CYP2C9/CYP3A4 para outros fármacos), aumentando a depuração dos fármacos antiepilépticos — o pico ocorre no 3º trimestre.
Isso reduz concentração livre e total do fármaco ativo no organismo → risco real de retorno das crises → necessidade de aumento de dose para manter níveis terapêuticos.
A ILAE recomenda monitorização regular e ajuste de dose guiado por níveis, com elevação progressiva ao longo da gestação.
2. Redução da ligação proteica = NÃO justifica aumento de dose
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