Durante uma tarde de brincadeiras no pátio da creche, a mon...
Considerando os protocolos de primeiros socorros para quedas com suspeita de fratura e a abrangência da Lei Lucas na segurança em ambientes escolares, qual a sequência de ações mais eficaz, segura e responsável que a monitora Beatriz deve seguir até a chegada de apoio especializado?
Gabarito comentado
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Alternativa correta: B
Tema central da questão: O foco está na conduta inicial diante de uma suspeita de fratura em criança no ambiente escolar, conforme os protocolos de primeiros socorros e as orientações da Lei Lucas (Lei nº 13.722/2018), que exige capacitação dos funcionários escolares para agir em situações de emergência.
Resumo teórico:
Em casos de suspeita de fratura (dor intensa, deformidade, inchaço rápido), os primeiros socorros recomendam: evitar movimentos da área afetada, acalmar a vítima, chamar ajuda especializada (SAMU 192 ou Corpo de Bombeiros 193), notificar responsáveis e, se possível, aplicar compressa fria para reduzir o inchaço, sem pressionar a área. Jamais tente colocar o osso no lugar ou movimentar desnecessariamente o membro.
A Lei Lucas reforça a importância de preparar o ambiente escolar para agir de forma rápida, segura e responsável, evitando agravar lesões e protegendo o bem-estar de todos.
Justificativa da alternativa correta (B):
A alternativa B está correta pois propõe:
- Acalmar a criança e evitar movimentar o braço, prevenindo agravos;
- Delegar o controle do grupo a outro profissional, preservando a ordem e a segurança;
- Acionar o serviço de emergência (essencial em suspeita de fratura, especialmente em crianças);
- Avisar os responsáveis (pais);
- Aplicar compressa fria e observar sinais vitais enquanto aguarda ajuda especializada, mantendo a criança confortável.
Estas ações seguem as diretrizes do Manual de Primeiros Socorros do Ministério da Saúde e da Lei Lucas.
Análise das alternativas incorretas:
A – Minimiza a gravidade da situação, não aciona serviço de urgência e prioriza contato com os pais, o que pode retardar o atendimento e agravar o quadro.
C – Improvisar imobilização sem capacitação pode causar mais lesão. Transportar a criança pode deslocar fraturas, gerando complicações.
D – Elevar o membro sem orientação pode agravar a lesão. Dar água não é recomendado (pode ser contraindicado em caso de cirurgia futura). Esperar a decisão da coordenação pode atrasar o atendimento.
Dicas para interpretar questões assim:
- Procure ações que preservem a vítima e evitem agravamento das lesões;
- Desconfie de alternativas que sugerem adiar o atendimento profissional ou minimizar sintomas;
- Lembre que improvisos sem treinamento e movimentações desnecessárias são sempre arriscados.
Lembre-se: Priorize imobilização, acionamento de emergência e segurança para todos!
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