No contexto da APS, o Enfermeiro desempenha papel central n...
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Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: Como o enunciado cobra a recomendação atual para rastreamento de IST na APS, o critério decisivo é o PCDT do Ministério da Saúde: rastreamento é testagem de pessoas assintomáticas, tem relação com a rede de transmissão e, no Brasil, é indicado anualmente para pessoas sexualmente ativas até 30 anos; nas demais faixas etárias, a testagem depende de avaliação de risco e de pertencimento a subgrupos populacionais. Esse conjunto de critérios torna a alternativa D a correta e exclui as demais.
- Em IST, rastreamento não é sinônimo de atendimento apenas a sintomáticos.
- Quando a diretriz citar faixa etária, risco e subgrupos, não interprete como testagem universal igual para todos.
- Lembre que o rastreamento de IST tem impacto individual e coletivo, por interferir na transmissão.
- Se a questão mencionar recomendações atuais na APS, pense no PCDT vigente do Ministério da Saúde.
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Comentários
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Gabarito: C
A) Incorreta. O rastreamento (screening) destina-se justamente à população assintomática. Diversas ISTs — como sífilis, infecção pelo HIV, hepatites virais e clamídia — cursam assintomáticas em grande parcela dos indivíduos, que mantêm a capacidade de transmissão da infecção mesmo sem apresentar lesões ou sintomas clínicos.
B) Incorreta. O rastreamento populacional na APS não é indiscriminado de forma universal e irrestrita ("a toda a população independentemente da idade"). As diretrizes do Ministério da Saúde recomendam a testagem direcionada por critérios epidemiológicos, faixa etária, vulnerabilidades e avaliação de risco/práticas sexuais.
C) Incorreta. Além do diagnóstico e tratamento precoces do indivíduo (prevenção secundária), o rastreamento é uma intervenção fundamental de saúde pública para quebrar a cadeia de transmissão comunitária e proteger as parcerias sexuais.
D) Correta. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) do Ministério da Saúde, o rastreamento periódico (geralmente anual) é fortemente recomendado para jovens sexualmente ativos (até 30 anos) — público com maior vulnerabilidade epidemiológica —, bem como para faixas etárias superiores mediante avaliação contínua de risco e vulnerabilidade (ex.: gestantes, parcerias sexuais com IST, populações de maior vulnerabilidade/chave).
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