Sobre a Resolução CONAMA nº 01/86 que estabelece critérios e...
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Gabarito: E
Fundamento decisivo: Resolução CONAMA nº 001, de 23 de janeiro de 1986, art. 6º, parágrafo único: "Parágrafo Único - Ao determinar a execução do estudo de impacto Ambiental o órgão estadual competente; ou o IBAMA ou quando couber, o Município fornecerá as instruções adicionais que se fizerem necessárias, pelas peculiaridades do projeto e características ambientais da área." A alternativa E reproduz esse comando normativo e, por isso, é a correta.
- Quando a alternativa reproduzir quase literalmente dispositivo normativo da resolução, ela tende a prevalecer sobre paráfrases restritivas.
- No art. 2º da Resolução CONAMA nº 001/1986, recursos hídricos são apenas uma hipótese dentro de um rol de atividades modificadoras do meio ambiente.
- Sobre o RIMA, memorize o critério normativo decisivo: linguagem acessível, apresentação objetiva e uso de recursos visuais.
- Em competência para instruções adicionais no EIA, não exclua IBAMA nem Município quando o texto normativo os menciona expressamente.
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Na letra da Lei!
A resposta está no artigo 6º da Resolução CONAMA 01/86. Vejamos:
Art. 6º O estudo de impacto ambiental desenvolverá, no mínimo, as seguintes atividades técnicas:
I - Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto completa descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem, de modo a caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto, considerando:
a) o meio físico - o subsolo, as águas, o ar e o clima, destacando os recursos minerais, a topografia, os tipos e aptidões do solo, os corpos d’água, o regime hidrológico, as correntes marinhas, as correntes atmosféricas; b) o meio biológico e os ecossistemas naturais - a fauna e a flora, destacando as espécies indicadoras da qualidade ambiental, de valor científico e econômico, raras e ameaçadas de extinção e as áreas de preservação permanente; c) o meio sócio-econômico - o uso e ocupação do solo, os usos da água e a sócioeconomia, destacando os sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da comunidade, as relações de dependência entre a sociedade local, os recursos ambientais e a potencial utilização futura desses recursos.
II - Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas, através de identificação, previsão da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes, discriminando: os impactos positivos e negativos (benéficos e adversos), diretos e indiretos, imediatos e a médio e longo prazos, temporários e permanentes; seu grau de reversibilidade; suas propriedades cumulativas e sinérgicas; a distribuição dos ônus e benefícios sociais.
III - Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos, entre elas os equipamentos de controle e sistemas de tratamento de despejos, avaliando a eficiência de cada uma delas.
IV - Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos positivos e negativos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados.
Parágrafo único. Ao determinar a execução do estudo de impacto ambiental, o órgão estadual competente; ou a SEMA ou quando couber, o Município fornecerá as instruções adicionais que se fizerem necessárias, pelas peculiaridades do projeto e características ambientais da área.
Gabarito: E
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