Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral propuseram
que não deveriam copiar a Europa de forma submissa
nem ignorá-la de forma ingênua. Propuseram "comer" o
progresso e as técnicas da vanguarda europeia, digeri-los
junto à nossa herança indígena, negra e popular, e criar
uma síntese estética original, independente e potente.
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