Quais os seios mais acometidos pela bola fúngica, em ordem d...

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Q3834126 Medicina
Quais os seios mais acometidos pela bola fúngica, em ordem decrescente (do mais frequente para o menos frequente)?
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Gabarito: A

Fundamento decisivo: A questão cobra a distribuição epidemiológica clássica da bola fúngica dos seios paranasais, que é não invasiva e acomete sobretudo o seio maxilar, seguido do esfenoidal; frontal e etmoidal são menos frequentes. Como o enunciado pede a ordem decrescente, a sequência correta é maxilar, esfenoidal, frontal e etmoidal.

Tema central: Topografia da bola fúngica
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A é a única que reproduz a hierarquia clássica de acometimento da bola fúngica: predomínio no seio maxilar, seguido pelo esfenoidal, com frontal e etmoidal em menor frequência. Esse é o critério médico decisivo da questão, de natureza epidemiológica e anatômica.
B
Errada
Erro na hierarquia entre os seios etmoidal e esfenoidal. Embora mantenha o maxilar em primeiro, coloca o etmoidal em segundo lugar, mas o padrão clássico da bola fúngica traz o esfenoidal antes do etmoidal.
C
Errada
Inverte o padrão epidemiológico conhecido. O etmoidal não é o seio mais acometido pela bola fúngica, e o maxilar não é o menos frequente; ocorre justamente o contrário no conhecimento otorrinolaringológico consolidado.
D
Errada
Superestima o acometimento esfenoidal. O esfenoidal é um sítio importante e vem após o maxilar, mas não é o seio mais frequente; o predomínio clássico é do seio maxilar.
E
Errada
Coloca o frontal como principal sítio, o que contraria a distribuição clássica da doença. O seio frontal é menos frequentemente acometido do que o maxilar e o esfenoidal.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre a distribuição da bola fúngica e a de outras rinossinusites, levando muitos candidatos a colocar etmoidal ou esfenoidal acima do maxilar.
Dica para questões semelhantes
  • Se a cobrança for sobre bola fúngica, pense em doença não invasiva, geralmente monossinusal, com predomínio maxilar.
  • Na ordem de frequência, fixe primeiro o núcleo decisivo: maxilar antes de esfenoidal.
  • Não transfira para bola fúngica a distribuição anatômica de rinossinusites inflamatórias difusas.

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