“É importante que o método de esterilização seja realmente e...
“Todos os equipamentos utilizados na esterilização de artigos odontológicos devem ser mantidos em condições adequadas de funcionamento, submetidos à aferição e manutenção preventiva anual, com registro ou certificação técnica autorizada por órgão competente local (CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL, 2002).”
Assinale a alternativa incorreta com relação aos métodos de monitoramento periódico da esterilização em autoclave:
Gabarito comentado
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Tema central: monitoramento da esterilização em autoclave por três tipos de indicadores: físico, químico e biológico. O objetivo é comprovar que o ciclo atingiu parâmetros, que as embalagens/carga foram expostas adequadamente e, sobretudo, que micro-organismos resistentes foram destruídos.
Gabarito (incorreta): A
Por que a A é incorreta? O monitoramento físico (tempo, temperatura e pressão registrados pelo painel/impressora) deve ser verificado em todos os ciclos, mas não garante, por si só, a efetividade da esterilização. Ele mostra que o equipamento atingiu parâmetros, porém não confirma a morte de esporos. Somente os indicadores biológicos validam a letalidade do processo. Diretrizes: CDC (Guidelines for Infection Control in Dental Settings), AAMI ST79 e ANVISA RDC 15/2012.
Análise das demais alternativas
B (correta): Indicadores químicos (fitas/tiras com reagentes) mudam de cor quando expostos a parâmetros alvo. Classes variam de integradores externos (Classe 1) a integradores internos (Classe 5/6). São essenciais para liberação de carga, mas não provam esterilidade (CDC; AAMI ST79).
C (correta): Indicadores biológicos contêm esporos em tiras/meios. Para vapor/autoclave usa-se Geobacillus stearothermophilus (antigo Bacillus stearothermophilus), por sua alta resistência ao vapor. Recomenda-se teste semanal e após reparos/novos pacotes (CDC; ANVISA RDC 15).
D (correta): BI devem ser colocados em pontos críticos, ou seja, as áreas mais desafiadoras para penetração do agente esterilizante (ex.: regiões centrais da carga, áreas próximas a pontos frios como dreno/porta). O princípio está correto: posicionar onde a esterilização é mais difícil aumenta a sensibilidade do teste (AAMI ST79).
E (correta): No monitoramento físico, confere-se se tempos de aquecimento e exposição e os parâmetros de temperatura/pressão do ciclo estão conforme o recomendado por protocolos e normas sanitárias (CDC; ANVISA). É parte do controle de rotina a cada ciclo.
Estratégia de prova: Desconfie de termos absolutos como “garantindo”. Parâmetros atingidos ≠ garantia de esterilidade. Lembre: físico = parâmetros do ciclo; químico = exposição da embalagem/carga; biológico = prova de letalidade (padrão-ouro).
Fontes úteis para revisão rápida: CDC (Infection Control in Dental Settings), ANVISA RDC 15/2012, AAMI ST79, OMS/WHO em práticas de esterilização.
Mantenha rotina: físico (todo ciclo) + químico (cada pacote/carga) + biológico (semanal e após manutenção). Documente e realize manutenção preventiva anual com certificação.
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Comentários
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O monitoramento da esterilização, seja por qualquer método, deve seguir as recomendações da Anvisa
O monitoramento físico não garante a efetividade da esterilização, apenas verifica os parâmetros da autoclave.
tem duas incorretas ?
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