Caso clínico: Mulher de 28 anos com diagnóstico de LES há 2 anos, em uso de hidroxicloroquina e prednisona 10
mg/dia. Retorna ao ambulatório com artrite em mãos e punhos, rash malar intenso e úlceras orais há 3 semanas, sugestivos
de reativação da doença. O médico decide aumentar a prednisona para 60 mg/dia. Após 10 dias, a paciente é trazida pela
família por comportamento bizarro, alucinações auditivas e delírios persecutórios de início abrupto. Nega uso de
substâncias. Ao exame: orientada, sem déficit focal, sem rigidez de nuca, sem movimentos anormais e sem instabilidade
autonômica. Exames laboratoriais: hemograma com leucopenia (3.200/mm³); complemento C3 28 mg/dL (VR: 90–180); C4
6 mg/dL (VR: 16–47); anti-dsDNA 1:640 (VR: negativo); proteína C reativa 0,4 mg/dL (VR: até 0,5).
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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