dose de reforço da vacina contra a hepatite B.

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Q91603 Medicina
Joana, com 26 anos de idade, trabalha no serviço de
higienização de um hospital público do Distrito Federal. Ela
procurou o serviço médico de sua empresa para fazer uma
atualização de sua carteira de vacinação. Nessa ocasião, o médico
verificou que não havia comprovação de vacinação anterior, salvo
há 16 anos, quando lhe foi aplicada a vacina contra a febre amarela.


Considerando o caso clínico apresentado e o calendário básico de
vacinação proposto pelo Ministério da Saúde do Brasil, o médico
deve prescrever

dose de reforço da vacina contra a hepatite B.
Alternativas

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Tema central da questão: A questão explora o conhecimento do candidato sobre vacinação contra hepatite B em adultos, especialmente em trabalhadores da saúde, abordando a conduta correta diante da ausência de comprovação vacinal prévia.

Análise do caso clínico: Joana, 26 anos, trabalha na higienização hospitalar e não possui registros anteriores de vacinação, exceto febre amarela. Isso exige uma abordagem baseada na atualização do Calendário Nacional de Vacinação do Adulto, conforme o Ministério da Saúde.

Justificativa da alternativa correta ("E"): O item pede para avaliar se Joana deve receber dose de reforço da vacina contra a hepatite B. Segundo o Ministério da Saúde:

“Recomenda-se garantir a vacinação com esquema completo, o mais breve possível.” (Calendário Técnico Nacional de Vacinação Adulto)

O esquema correto para não vacinados é: três doses (0, 1 e 6 meses). Não há indicação de dose de reforço para adultos imunocompetentes após esse esquema, já que a imunidade é considerada duradoura (proteção ≥20 anos segundo estudos revisados no UpToDate).

Análise crítica da alternativa incorreta ("C"): Marcar “Certo” seria equivocado. A indicação de reforço só é feita em situações muito específicas (ex.: imunodeprimidos, falha comprovada na imunização). Na rotina de adultos saudáveis, não se recomenda reforço após o esquema padrão.

Estratégias para a prova: Cuidado com pegadinhas que envolvem procedimentos “de rotina” para profissionais da saúde. Nem todo profissional de ambiente hospitalar precisa de “reforço” vacinal além do esquema básico, a não ser que o protocolo seja específico para grupo de risco especial.

Referências e destaque normativo: Ministério da Saúde – Calendário Técnico Nacional de Vacinação do Adulto; Harrison's Principles of Internal Medicine; UpToDate.

Resumo prático:

• Para quem não tem comprovação prévia: iniciar e completar 3 doses de hepatite B.
• Após 3 doses, não prescrever reforço em imunocompetentes.
• A alternativa “E” (Errado) está correta para o contexto do concurso.

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