Durante a execução de uma auditoria operacional, a equipe de...

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Q3880752 Auditoria
Durante a execução de uma auditoria operacional, a equipe de auditoria aplicou um procedimento com a finalidade de identificar as causas e os efeitos dos agravos relacionados ao objeto da auditoria, que impactavam negativamente os resultados econômicos do auditado e os serviços prestados à sociedade.

Nesta hipótese, a técnica de auditoria que pode ser utilizada neste procedimento é denominada:
Alternativas

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Árvore de Problemas é uma ferramenta clássica estruturada para:

  • Identificar o problema central;
  • Levantar suas causas (raiz);
  • Mapear seus efeitos (galhos);
  • Compreender como esses elementos impactam resultados, eficiência, eficácia e economicidade.

É exatamente o que o enunciado descreve: entender causas e impactos negativos na prestação de serviços.

Por que as demais alternativas estão erradas?

  • B — Circularização: Técnica de auditoria contábil para confirmação externa, não para análise de causas e efeitos.
  • C — Análise SWOT: Analisa forças, fraquezas, oportunidades e ameaças; não detalha causas e efeitos de problemas.
  • D — Inspeção: Verificação física de documentos/bens. Não se relaciona ao diagnóstico causal.
  • E — Matriz de planejamento: Usada no planejamento da auditoria (questões, critérios, objetivos), não na identificação de causas e efeitos.

Cuidado!!!!

Análise SWOT: ferramenta que examina forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Contudo, não se presta a detalhar relações de causa e efeito dos problemas, limitando-se a um diagnóstico estratégico mais geral.

Fiquem atentos: essa é a “queridinha” da FGV e costuma aparecer bastante nas provas!

[ ÁRVORE DE PROBLEMAS - TÉCNICA DE DIAGNÓSTICO EM AUDITORIA ]

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+-- 1. CONCEITO CENTRAL

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| |-- O que é: Ferramenta analítica, visual e estruturada.

| |-- Foco: Mapear a relação de CAUSA e EFEITO de uma situação negativa.

| |-- Aplicação: Auditoria Operacional (especialmente na fase de planejamento).

| |-- Objetivo final: Ajudar o auditor a focar suas recomendações nas raízes do problema, e não apenas nos sintomas.

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+-- 2. A ESTRUTURA (A Lógica Visual)

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| +-- GALHOS / FOLHAS (Os Efeitos)

| | |-- O que representam: As consequências ou os impactos gerados pelo problema.

| | |-- Reflexo: O dano ao erário ou a piora nos serviços prestados à sociedade.

| | |-- Exemplo: Desperdício de vacinas, aumento de doenças, insatisfação popular.

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| +-- TRONCO (O Problema Central)

| | |-- O que representa: O agravo principal, a situação negativa enfrentada pela gestão.

| | |-- Exemplo: Má gestão do estoque de vacinas no município.

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| +-- RAÍZES (As Causas)

| |-- O que representam: A origem do problema, o motivo de a situação estar ruim.

| |-- Reflexo: É o alvo exato das recomendações de melhoria do auditor.

| |-- Exemplo: Geladeiras quebradas, falta de treinamento da equipe, ausência de controle de validade.

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+-- 3. DIFERENÇAS PARA OUTRAS TÉCNICAS (O que as bancas tentam confundir)

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+-- x Análise SWOT

| |-- Erro comum: Achar que serve para causa e efeito.

| |-- Verdade: Serve para diagnóstico estratégico (Forças, Fraquezas, Oportunidades, Ameaças).

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+-- x Circularização

| |-- Erro comum: Achar que é técnica de gestão.

| |-- Verdade: É confirmação externa (ex: mandar ofício ao banco pedindo saldo), muito usada na auditoria financeira.

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+-- x Inspeção

| |-- Erro comum: Confundir com diagnóstico de problemas.

| |-- Verdade: É o exame físico de documentos, registros ou ativos tangíveis (ex: ir ao galpão contar vacinas).

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+-- x Matriz de Planejamento

|-- Erro comum: Achar que ela mapeia causas.

|-- Verdade: É o produto final do planejamento. Organiza as questões de auditoria, critérios e métodos. A árvore de problemas ajuda a construí-la.

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