Considerando as regras vigentes quanto à acentuação, analise...

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Q1018726 Português

Os prefeitos de Timbó, Jorge Krüger, e de Indaial, André Moser, estão entre os gestores públicos catarinenses vencedores da etapa estadual do 10º Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor. [...] A premiação tem como objetivo reconhecer iniciativas locais que incentivem a formalização, o desenvolvimento e a competitividade dos pequenos negócios, contribuindo de forma efetiva para o crescimento econômico, ambiental e social dos municípios. Nesta edição, o Sebrae recebeu a inscrição de 48 projetos, de 34 municípios, nas oito categorias. Os vencedores de cada uma delas irão concorrer na etapa nacional do prêmio, que será realizada no dia 5 de junho, em Brasília (DF). Os projetos finalistas receberam o “Selo Prefeito Empreendedor”. [...]

Disponível : https://ocp.news/politica/prefeitos-de-timbo-e-indaial-vencem-premio-sebrae-prefeito-empreendedor Acesso em: 30/abr/2019.[adaptado]

Considerando as regras vigentes quanto à acentuação, analise as afirmativas a seguir e identifique a(s) correta(s):

I- Sem pensar, a condutora para seu automóvel no meio da rua.

II- Ele sofre enjôos desde a infância.

III- O professor pôde dar aulas tranquilamente ontem.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas

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Tema central: Ortografia – Regras de acentuação do Acordo Ortográfico de 1990. Dominar acentuação é essencial para redação técnica e domínio da norma-padrão, sobretudo em documentos oficiais e relatórios na área de Engenharia Civil.

Justificativa para a alternativa correta (B):

A resolução da questão requer atenção às regras de acentuação pós-Acordo Ortográfico de 1990:

  • I – “para”: Segundo a norma-padrão, o acento diferencial do verbo “parar” foi abolido. Tanto a preposição quanto o verbo (no presente do indicativo) se grafam sem acento (“Ela para o carro” / “Ele vai para casa”).
  • III – “pôde”: O acento circunflexo é mantido para diferenciar o pretérito perfeito (“pôde”) do presente (“pode”) do verbo poder. Exemplo: “Ontem ele pôde sair cedo. Hoje ele não pode.”
  • II – “enjôos”: A nova ortografia aboliu o acento circunflexo das paroxítonas terminadas em “oo(s)”. O correto é enjoos, sem acento.

Análise das alternativas incorretas:

  • A) Incorreta – pois a II apresenta erro ortográfico.
  • C) Incorreta – a I também está correta.
  • D) Incorreta – II não está de acordo com a norma atual.
  • E) Incorreta – inclui a II, que está errada.

Estratégia de prova: Fique atento a palavras com acento diferencial (casos de exceção: pôr/por, pôde/pode) e, em composições técnicas, revise a ortografia de termos técnicos para garantir a melhor comunicação profissional.

Referências recomendadas: Bechara (Moderna Gramática Portuguesa), Cunha & Cintra (Nova Gramática do Português Contemporâneo), Manual de Redação da Presidência da República.

Resumo da resposta: Correta – B) Apenas as afirmativas I e III estão corretas. Isso demonstra domínio das mudanças do Acordo Ortográfico, fundamental para uso culto do idioma em situações profissionais.

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GABARITO: LETRA B

I- Sem pensar, a condutora para seu automóvel no meio da rua. → não há diferenciação entre a preposição "para" e o verbo "para", logo está corretamente escrito.

II- Ele sofre enjôos desde a infância. → nas vogais duplicadas "oo" e"ee" não há mais acento: voo, enjoo, creem, veem, leem.

III- O professor pôde dar aulas tranquilamente ontem. → temos o acento diferencial que foi mantido para marcar o pretérito perfeito do indicativo do verbo "poder": ele pôde.

FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

Pode é a forma do verbo poder conjugada na 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo. Indica uma ação que ocorre no exato momento em que se narra a ação.

Pôde é a forma do verbo poder conjugada na 3.ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo. Indica uma ação que ocorreu num determinado momento do passado.

FONTE; https://duvidas.dicio.com.br/pode-ou-pode/

COMPLEMENTANDO....

Diferença entre para (verbo) e para (preposição)

1) Com as alterações de grafia trazidas pelo Acordo Ortográfico de 2008, importa analisar se o acento agudo de pára (verbo) foi abolido, ou continua existindo.

2) No passado, a regra era o emprego do acento agudo na forma verbal pára (flexão do verbo parar – ele pára), a fim de diferenciá-la da preposição para.

3) A explicação para essa ocorrência era que o verbo constituía forma tônica, enquanto a preposição era forma átona, de modo que se empregava, assim, na primeira, um acento diferencial de tonicidade.

4) O Acordo Ortográfico de 2008, porém, aboliu, de modo expresso, esse acento agudo da forma verbal para, de modo que, hoje, o correto é escrever sem acento algum tanto a forma verbal como a preposição, como se confere a seguir: a) "Então, estranhamente, sem motivo algum, ele para no semáforo aberto" (3ª pessoa do singular do presente do indicativo do verbo parar); b) "Instruções para pouso na água" (preposição).

Fonte: https://www.migalhas.com.br/Gramatigalhas/10,MI127876,101048-Para+ou+Para#targetText=1)%20Com%20as%20altera%C3%A7%C3%B5es%20de,diferenci%C3%A1%2Dla%20da%20preposi%C3%A7%C3%A3o%20para.

ONDE EU COLOCO O ACENTO DIFERENCIAL?

P(Ô)DE P(Ô)R no P(Ê)LO.

Em duas palavras obrigatoriamente continuarão recebendo o acento diferencial que são utilizados para diferenciar palavras homógrafas (de mesma grafia):

- PÔR (verbo) para que não seja confundido com a preposição por;

- PÔDE (o verbo conjugado no passado) para que não haja confusão com pode (o mesmo verbo conjugado no presente).

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