O problema é precisamente que nenhum coração malvado,
um fenômeno relativamente raro, é necessário para causar um
grande mal. Por isso, em termos kantianos, precisaríamos da
filosofia, o exercício da razão como a faculdade do pensamento,
para impedir o mal.
Hannah Arendt. Responsabilidade e julgamento. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 232.
A partir do texto precedente, é possível inferir que