O controle de cura de um paciente com diagnóstico confirmado...
O controle de cura de um paciente com diagnóstico confirmado de esquistossomose mansônica, na fase hepatointestinal, deve ser realizado através da detecção de ovos Schistossoma mansoni nas fezes pelo método de Kato Katz após
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Tema central: O controle de cura da esquistossomose mansônica na fase hepatointestinal, especialmente após tratamento, envolve avaliação laboratorial específica e conhecimento das diretrizes nacionais sobre o tempo ideal para detecção de cura.
Justificativa da alternativa correta (A - 120 dias): De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde para esquistossomose, o exame de fezes pelo método de Kato-Katz para controle de cura deve ser realizado 120 dias após o tratamento. Este intervalo é recomendado pois:
- Permite que todos os ovos remanescentes do parasita sejam eliminados do trato intestinal.
- Evita falsos negativos que poderiam ocorrer ao realizar o teste precocemente.
- Favorece maior sensibilidade na detecção de possíveis falhas terapêuticas ou reinfecções.
Segundo o “Guia de Vigilância em Saúde”, do Ministério da Saúde, edição atual, p. 374: ‘O controle de cura do paciente deve ser realizado, preferencialmente, após 120 dias do tratamento, utilizando o método de Kato-Katz’.
Análise crítica das alternativas incorretas:
- B) 15 dias / D) 30 dias / C) 40 dias: Períodos muito curtos. Existem ovos residuais e fragmentos que podem ser eliminados nesse intervalo, levando a resultados falsamente positivos. O exame, portanto, não reflete a real eficácia do tratamento e não segue as recomendações oficiais.
- E) 90 dias: Embora já exista uma depuração importante dos ovos, a orientação oficial é aguardar até 120 dias para garantir maior confiabilidade.
Estratégia para provas: Atenção a números próximos (pegadinhas típicas), escolha sempre o prazo de 120 dias conforme recomendação oficial. Palavras como “controle de cura” remetem diretamente ao exame após tratamento e não ao diagnóstico inicial!
O método de Kato-Katz é o padrão ouro em áreas endêmicas pois permite quantificar ovos nas fezes. Outras técnicas mais sensíveis, como PCR, ainda não são rotina para controle de cura no SUS.
Referências: Ministério da Saúde, Guia de Vigilância em Saúde, UpToDate, Harrison’s Principles of Internal Medicine.
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