Na Segunda Guerra Mundial, os bombardeios eram um recurso usado para reduzir a capacidade logística do inimigo.
Por isso, as artilharias antiaéreas eram vitais na defesa dos
alvos em potencial. Para alvejar uma aeronave, é necessário prever sua posição futura. Isso é realizado a partir do
processamento matemático de parâmetros como altitude
do avião, direção do vento e velocidade do projétil. A
artilharia é, então, apontada para esse ponto imaginário no
céu. Os computadores mecânicos da época não tinham
como realizar tais cálculos na velocidade exigida. Assim, o
lendário laboratório da empresa de telefonia Bell criou o
direcionador balístico M9, o qual realizava os cálculos em
fração de segundos. A adoção do M9 reduziu a média de
tentativas para se alvejar uma aeronave de 17.000 para 90.
No coração do M9 estava uma outra invenção recente do
laboratório: o amplificador operacional (amp-op), capaz de
realizar cálculos diversos (soma, multiplicação, integração
etc.) com precisão, usando eletricidade (tensões), o que
acelera muito o processo. Atualmente, o amp-op é um dos
mais versáteis componentes eletrônicos empregados numa grande variedade de circuitos, além dos “matemáticos”
que o popularizaram. O circuito com amplificador operacional apresenta uma dada funcionalidade:
Considerando que o amp-op é ideal e que o capacitor está
inicialmente descarregado, é correto afirmar que o circuito: