Seu paciente é um homem de 69 anos que foi submetido à
esofagectomia transtorácica por adenocarcinoma da junção
esofagogástrica. A reconstrução transcorreu sem intercorrências.
No pós-operatório imediato, a equipe cirúrgica prevê a
impossibilidade de alimentação por via oral por cerca de duas
semanas, porém o trato gastrointestinal distal apresenta-se
íntegro e funcionante. O paciente encontra-se
hemodinamicamente estável e sem contraindicações ao uso da
via enteral.
Considerando o quadro clínico, a conduta mais adequada em
relação ao suporte nutricional e à técnica cirúrgica
correspondente será optar por