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Q3614859 Enfermagem
O Ministério da Saúde recomenda um número mínimo de seis consultas de pré-natal – intercaladas entre profissionais médicos e enfermeiros, com início precoce (a primeira consulta deve ocorrer no primeiro trimestre, até a 12ª semana gestacional). O início oportuno do pré-natal é essencial para intensificar a relação entre a equipe e os usuários; auxiliar no diagnóstico precoce de alterações; realizar intervenções adequadas; e identificar expectativas em relação à gestação. Sobre a organização das consultas de pré-natal, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Mensais, até a 28ª semana gestacional. ( ) Quinzenais, até 34ª semana. ( ) Semanais, a partir da 36ª semana até o parto.

A sequência está correta em
Alternativas

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Tema central: organização do calendário de consultas no pré-natal de risco habitual na Atenção Básica, conforme Ministério da Saúde: mensais até 28 semanas, quinzenais de 28 a 36 semanas e semanais a partir de 36 semanas até o parto. Início precoce até 12 semanas.

Gabarito: C — V, F, V.

Justificativa da correta (C):

Mensais até 28 semanas: adequado para gestação sem intercorrências; permite rastrear precocemente hipertensão, diabetes gestacional e infecções. (Verdadeiro)

Quinzenais até 34 semanas: está incorreto porque o recomendado é manter quinzenais até 36 semanas, quando então se tornam semanais. (Falso)

Semanais a partir de 36 semanas até o parto: intensifica vigilância materno-fetal no termo para detecção de sinais de trabalho de parto, pré-eclâmpsia, alterações de movimentos fetais e rotura de membranas. (Verdadeiro)

Raciocínio clínico: a frequência aumenta com a idade gestacional por maior risco de intercorrências no final da gestação. O seguimento mais próximo melhora a identificação oportuna de complicações e a segurança do parto.

Análise das alternativas incorretas:

A - V, V, F: considera quinzenais corretas até 34 semanas, mas o marco correto é 36 semanas (erro de limite). Além disso, consultas semanais após 36 semanas não são “F”; são recomendadas.

B - F, V, F: erra duas vezes. As consultas mensais até 28 semanas são padrão (não “F”). E consultas semanais a partir de 36 semanas também não são “F”.

D - F, F, V: também falha ao negar a periodicidade mensal até 28 semanas, que é diretriz do MS para risco habitual.

Estratégia de prova: memorize os marcos: 28 semanas (troca para quinzenal), 36 semanas (troca para semanal). Cuidado com pegadinha de “34 semanas”. Outra armadilha: a OMS recomenda 8 contatos (desde 2016), mas muitos editais brasileiros cobram o mínimo de 6 consultas do Ministério da Saúde com início até 12 semanas.

Referências essenciais: Ministério da Saúde – Atenção ao Pré-Natal de Baixo Risco (Caderno de Atenção Básica nº 32); Caderneta da Gestante (MS); OMS 2016 Antenatal care guidelines (8 contacts); UpToDate – Overview of prenatal care.

Dica prática para a assistência: em gestação de risco ou diante de sinais de alerta, encurte os intervalos e articule médico-enfermeiro, mantendo registro e plano de parto.

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Até a 28ª semana - mensais.

Da 28ª à 36ª semana - a cada quinze dias.

Da 36ª semana em diante - semanais.

C

V, F, V. , mensalmente até a 28ª semana, quinzenalmente da 28ª à 36ª semana, e semanalmente da 36ª até o parto

O total de consultas deverá ser de, no mínimo, 6 (seis), com acompanhamento intercalado entre médico e enfermeiro. Sempre que possível, as consultas devem ser realizadas conforme o seguinte cronograma: Até 28ª semana – mensalmente; Da 28ª até a 36ª semana – quinzenalmente; Da 36ª até a 41ª semana – semanalmente.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2012.

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