Yasbek (2010) refere que a profissão e o ideário católicos que marcaram uma fase do Serviço Social brasileiro, no contexto da expansão capitalista, imprimiu à
profissão um caráter de apostolado no que tange à “questão Social” como um problema moral e religioso numa
proposta de intervenção e formação da família e ao indivíduo para a solução de problemas e atendimento de
suas necessidades materiais, morais e sociais. Desta forma, quanto a esse período da história e dos fundamentos
do Serviço Social,