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Q4413391
Psiquiatria
Estudante R. P. L., de 22 anos, sexo feminino, reporta que faz tratamento desde os 17 anos
e que foi diagnosticada pelo seu antigo psiquiatra com transtorno de personalidade
borderline. Mora longe dos pais desde que veio para a universidade e procurou consulta
psiquiátrica no serviço de saúde da universidade, pois está fazendo uso das seguintes
medicações: 1) Fluoxetina, 60 mg ao dia; 2) Olanzapina, 10 mg à noite; 3) C. Lítio, 600 mg
ao dia; 4) Clonazepam, 4 mg à noite; 5) Diazepam, 10 mg, cedo e à noite. Nesta sua
primeira consulta a este serviço ela comenta que não está mais sendo acompanhada pelo
antigo psiquiatra, pois a família não tem condições de arcar com a(s) consulta(s), e que
parou também com a psicoterapia. Sente-se irritada e é impulsiva. Recentemente, houve um
desentendimento com as colegas da república, sem agressão física. Está praticando
automutilação diariamente, sem intenção ou ideação suicida no momento. Consegue
frequentar as aulas e conta que estes comportamentos acontecem desde antes de iniciar o
tratamento (por volta de seus 16 anos de idade). Diz que está apresentando insônia inicial e
que gostaria de aumentar a dose do clonazepam.
Com relação a este caso, qual seria a melhor forma de prevenção quaternária?
Com relação a este caso, qual seria a melhor forma de prevenção quaternária?