Um gás ideal monoatômico possui uma temperatura inicial de 4...
Qual o valor mais próximo do quociente entre o volume final e o volume inicial na expansão isotérmica?
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Expansão adiabática de um gás ideal monoatômico é descrita pela equação PV^γ = constante, onde γ = 5/3 é a relação de calor específico do gás.
Logo, temos que o trabalho será:
W = ∫PdV, onde a pressão P é a função de estado do gás ideal monoatômico e pode ser escrita como P = (nRT)/V. Substituindo essa expressão na equação acima e integrando, temos:
W1 = ∫PdV = ∫(nRT/V)dV = nRT ln(Vf/Vi)
O segundo, é o trabalho na expansão isotérmica, como a temperatura é constante, temos que o trabalho será :
W2 = ∫PdV, novamente, mas como a temperatura permanece constante, pressão e volume variam de forma proporcional, então P*V=nRT.
Agora, igualando o trabalho W1 e o trabalho 2, tem-se
W1=W2
nRT ln(Vf/Vi) = nRT. (Simplificando)
ln(Vf/Vi) = 1 ---- Usando a função de logaritmo natural, (Lembrete ln(c)= x ---> e^{ln(c)}= e^{x} ---> c=e^{x})
(Vf/Vi) = e^{1} = 2,71
Portanto, o quociente entre o volume final e o volume inicial na expansão isotémica é e^1 ≈ 2.718.
Inicialmente, o gás ideal realiza uma expansão adiabática e, em seguida, é submetido a uma transformação isotérmica; o trabalho é o mesmo em ambos os processos. Sendo assim, temos que
Expansão adiabática: W1 = nCv(Tf - T0); Cv = (3/2)R (gás monoatômico);
Expansão isotérmica: W2 = nRT*ln(V/V0);
W1 = W2.
∴ (3/2)*185 = 215*ln(V/V0)
V/V0 = e^1,30 ≈ 3,67
Sendo assim, o valor mais próximo do quociente entre o volume final e o volume inicial na expansão isotérmica é o apresentado na letra A, 2,0. Portanto, GABARITO - A.
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