O correto preenchimento de livros oficiais da
escola, como os de matrícula e frequência, exige não
apenas conhecimento das normas técnicas de
escrituração escolar, mas também domínio da
legislação educacional vigente e das terminologias
normatizadas por órgãos reguladores como os
Conselhos de Educação. Assim, qualquer registro que
utilize expressões vagas, regionais ou não
padronizadas pode acarretar invalidação do
documento e comprometer a fidedignidade do acervo
histórico institucional.