A ocorrência de uma emergência institucional, seja decorrent...
Assinale a alternativa que melhor traduz os objetivos e os limites do manejo de emergência.
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Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: O enunciado já indicava que o manejo de emergência é uma resposta imediata, coordenada e tecnicamente orientada, distinta de ações administrativas posteriores e de estratégias de médio ou longo prazo. Por isso, a alternativa correta é a que o situa na resposta operacional inicial.
- Se o enunciado destacar imediatidade, coordenação e orientação técnica sob pressão temporal, procure a alternativa que situe a atuação na resposta operacional inicial.
- Elimine opções que desloquem o instituto para fases posteriores, como apuração, relatórios, recuperação ou estratégia de médio e longo prazo.
- Quando houver protocolos prévios, verifique se a alternativa preserva a necessidade de julgamento técnico e adaptação ao caso concreto.
- Se a opção tratar a resposta emergencial como suficiente por si só ou limitada à comunicação externa, ela ultrapassa ou reduz indevidamente o conceito.
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Gab: Alternativa C.
O Manejo de Emergência ou Plano de Emergência é a primeira fase do Plano de Continuidade de Negócios (PCN).
-O Plano de Emergência atua logo após a ocorrência do incidente, com foco na segurança das pessoas e integridade dos ativos.
-Deve ser simples, rápido de executar e conhecido por todos os colaboradores e agentes de segurança.
-Trata-se da resposta imediata e urgente a um evento, garantindo que a instituição minimize danos e preserve a continuidade mínima das operações enquanto os planos de contingência e recuperação entram em ação.
Bons estudos.
A ocorrência de uma emergência institucional, seja decorrente de evento súbito, falha operacional grave, ameaça à integridade de pessoas ou ruptura relevante da normalidade, impõe à organização a necessidade de resposta imediata, coordenada e tecnicamente orientada. Nesses cenários, o manejo de emergência não se confunde com ações administrativas posteriores, tampouco com estratégias de médio ou longo prazo, constituindo etapa crítica da resposta operacional, marcada pela escassez de informações completas, pela pressão temporal e pela necessidade de decisões rápidas e proporcionais.
ÚNICA ALTERNATIVA
O manejo de emergência caracteriza-se como conjunto de ações imediatas, operacionais e coordenadas, previamente planejadas, orientadas à preservação de vidas, à contenção do evento adverso e à estabilização da situação, constituindo etapa inicial da resposta e antecedendo as fases de gerenciamento estratégico e recuperação.
Tá cansado, com pressa, nunca leu sobre o assunto? Às vezes, a FGV gosta de gabaritar na alternativa maior, chuta nela, se tiver com sorte, acerta.
GAB. C
Pergunta real: posicionar o manejo de emergência dentro do ciclo de gestão de crises — é ação imediata na fase de resposta, previamente planejada, e não apuração posterior, execução cega de protocolo ou comunicação de imagem.
Raciocínio:
1º Localize a fase: o ciclo é prevenção/mitigação → preparação → resposta → recuperação. O manejo de emergência é o núcleo operacional da resposta, praticado durante o evento.
2º Fixe os objetivos da resposta: preservação de vidas (prioridade absoluta), contenção do evento adverso e estabilização da situação — nessa ordem de prioridade.
3º Fixe os limites: o manejo de emergência não substitui a preparação (planos de contingência, protocolos, cadeia de comando, treinamento e simulados) nem as fases posteriores de gerenciamento estratégico e recuperação; ele se apoia na preparação e as antecede.
4º Aplique o antídoto contra as duas pegadinhas clássicas da FGV: (i) reduzir a gestão de crise à reação, tratando prevenção, preparação e recuperação como estranhas ao tema; e (ii) transformar protocolo em automatismo — o protocolo orienta, mas a decisão é situacional, proporcional e dependente do julgamento técnico das equipes, justamente porque o cenário é de informação incompleta e pressão temporal.
Alternativas:
C) Correta — sintetiza objetivo e limite: ações imediatas, operacionais e coordenadas (coordenação interinstitucional e unidade de comando), previamente planejadas (o vínculo com a fase de preparação, que é o que garante a qualidade da resposta), voltadas à preservação de vidas, à contenção do evento e à estabilização, situando-se como etapa inicial da resposta, anterior ao gerenciamento estratégico e à recuperação.
A) Errada — descreve a fase de recuperação/pós-evento (apuração de responsabilidades, relatórios, avaliação de danos); manejo de emergência ocorre durante o evento, jamais após a normalização.
B) Errada — protocolo é referência, não automatismo; o próprio enunciado exige decisões "rápidas e proporcionais", o que pressupõe adaptação às circunstâncias e julgamento técnico.
D) Errada — inverte a lógica do ciclo: a resposta não substitui o planejamento de contingências, depende dele; sem preparação prévia não há resposta eficaz a eventos complexos ou prolongados.
E) Errada — reduz o manejo à comunicação de crise e gestão de imagem, que é apenas um dos eixos da resposta, e exclui exatamente seu núcleo: a coordenação operacional no local.
EM SUMA: manejo de emergência é a etapa imediata e operacional da fase de resposta — preservar vidas, conter e estabilizar —, sustentada na preparação prévia e antecedente ao gerenciamento estratégico e à recuperação.
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