Mulher de 74 anos, com antecedente de colecistopatia não
tratada, é admitida com quadro de distensão abdominal
progressiva, náuseas e vômitos biliosos há 48 horas. Ao exame
físico, encontra-se desidratada, com ruídos hidroaéreos
aumentados e dor difusa à palpação do abdome. A radiografia de
abdome mostra níveis hidroaéreos em alças delgadas e presença
de ar nas vias biliares. A tomografia computadorizada revela alça
ileal distendida com cálculo de 3 cm em sua luz, presença de
pneumobilia e ausência de vesícula biliar.
A melhor conduta terapêutica para esse caso será
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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