Com a finalidade de reduzir a mortalidade e manter o estado...
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Tema central: A questão aborda o manejo clínico do paciente com insuficiência cardíaca de perfil A (quente e seco), ou seja, aquele que mantém perfusão tecidual adequada (quente) e não apresenta sinais de congestão (seco). Estes pacientes encontram-se estáveis, sem sintomas agudos.
Explicação do perfil A: Segundo as Diretrizes Brasileiras para Diagnóstico e Tratamento da Insuficiência Cardíaca, o perfil “quente e seco” é considerado o quadro clínico ideal para o paciente, devendo-se buscar a otimização da terapia oral e a prevenção de futuras descompensações. (Seção: Tratamento farmacológico da insuficiência cardíaca crônica)
Justificativa da alternativa correta (B - ajuste de medicação via oral):
Para o perfil A, a conduta prioritária é a otimização da terapêutica oral. Isso inclui titulação de fármacos que comprovadamente reduzem morbimortalidade, como IECA, betabloqueadores, BRAs e antagonistas da aldosterona. O objetivo é controle dos sintomas, prevenção de novas exacerbações e redução de mortalidade.
Trecho do protocolo: “Os bloqueadores do sistema renina-angiotensina, betabloqueadores e antagonistas de aldosterona devem ser otimizados em pacientes clinicamente estáveis.”
Análise das alternativas incorretas:
A) Suspensão de betabloqueadores: Errado. Betabloqueadores são indicados para todos os pacientes com IC, inclusive estáveis — suspender pode causar piora do quadro e elevação da mortalidade.
C) Introdução de dianaclonina: Incorreto. Não existe essa droga para tratamento de IC.
D) Introdução de supratrópicos: Incorreto. Supratrópicos não são reconhecidos como terapia na IC em nenhum protocolo nacional ou internacional.
E) Introdução de vasodilatadores e inotrópico: Errado. Esses fármacos estão reservados para perfis congestos e/ou hipóperfusão (B, C ou D), nunca para pacientes estáveis perfil A.
Pegadinhas e estratégias: Atenção a termos como “introdução” ou “suspensão”: em paciente estável, a prioridade é “ajuste” ou “otimização”. Lembre-se: nomes de drogas não reconhecidas frequentemente são usados como pegadinha em provas!
Resumo: O ajuste de medicação via oral é a conduta de escolha para paciente estável, pois reduz eventos, melhora qualidade de vida e sobrevida (Harrison's, 21ª ed.; Diretrizes SBC 2021).
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