E não me esquecer, ao começar o trabalho, de me preparar para errar. Não esquecer que o erro,
muitas vezes, se havia tornado o meu caminho. Todas as vezes em que não dava certo o que eu pensava ou
sentia - é que se fazia, enfim, uma brecha, e, se antes eu tivesse tido coragem, já teria entrado por ela, mas eu
sempre tivera medo do delírio e erro. Meu erro, no entanto, devia ser o caminho de uma verdade, pois,
quando erro, é que saio do que entendo. Se a "verdade" fosse aquilo que posso entender, terminaria sendo
apenas uma verdade pequena, do meu caminho.
LISPECTOR, Clarice. In http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000500.pdf. Acesso em 31.10.18
Em “eu sempre tivera medo do delírio e erro” (l. 03 e 04), a
forma verbal destacada é simples. Tal forma verbal equivale,
mantendo-se o mesmo tempo verbal, a qual forma composta?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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Parabéns! Você acertou!
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