A causa mais comum de estridor em crianças de até 2 anos, e...

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Q1337748 Medicina
A causa mais comum de estridor em crianças de até 2 anos, especialmente exacerbado por fatores que aumentam o fluxo de ar, é:
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Tema central: A questão aborda estridor em crianças menores de 2 anos, especificamente causas que se intensificam com aumento do fluxo aéreo, sendo um tema clássico em Pediatria. O estridor é um ruído respiratório agudo, geralmente inspiratório, sinalizando obstrução de vias aéreas superiores.

Justificativa da alternativa correta (E – Laringomalácia):
A laringomalácia é a principal causa de estridor em lactentes e crianças pequenas, responsável por até 75% dos casos. Caracteriza-se por flacidez das estruturas supraglóticas e colapso laríngeo durante a inspiração, levando ao típico estridor inspiratório. É tipicamente agravado por situações que aumentam o fluxo de ar, como alimentação, choro ou posição supina.
De acordo com manual da Sociedade Brasileira de Pediatria: “O estridor da laringomalácia costuma piorar ao chorar, alimentar-se ou deitar, e melhora ao colocar o bebê de barriga para baixo...” (Manual de Condutas em Otorrinolaringologia Pediátrica, 2023).
Geralmente é autolimitado, com resolução espontânea até 18 meses.

Análise das alternativas incorretas:

A) Doença do refluxo gastroesofágico: O refluxo não gera estridor como manifestação primária. Pode piorar quadros laríngeos já existentes, mas não é causa principal de estridor persistente em lactentes.
B) Paralisia das pregas vocais: Embora possa causar estridor, é muito menos comum. O estridor tende a ser constante, não tipicamente exacerbado por aumento do fluxo aéreo.
C) Asma: Asma causa sibilância expiratória, não estridor inspiratório.
D) Estenose subglótica: Esta condição pode gerar estridor, mas é menos prevalente nessa faixa etária e o padrão de agravamento difere.

Estrategia de prova: Palavras-chave como “estridor”, “até 2 anos” e “aumentam o fluxo de ar” devem direcionar rapidamente o candidato para laringomalácia. Atenção: “asma” pode ser uma pegadinha comum, pois muitos associam com ruídos respiratórios, mas o estridor é diferente da sibilância (mais típica de asma).

Segundo publicações de referência como Nelson Tratado de Pediatria e UpToDate, ao suspeitar de estridor em lactentes exacerbado por choro ou posição, priorize laringomalácia no diagnóstico diferencial.

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A resposta correta para essa questão é a alternativa E: laringomalácia. Laringomalácia é uma condição comum em recém-nascidos e crianças pequenas, que é caracterizada pelo enfraquecimento das cartilagens na laringe, o que faz com que essas cartilagens se dobrem e se fechem durante a respiração, produzindo o som de estridor. Esse som pode ser exacerbado por fatores que aumentam o fluxo de ar, como choro ou agitação. As outras alternativas não são tão comuns em crianças tão jovens, ou não produzem o som de estridor característico da laringomalácia.

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