Considerando a tipologia do texto-base, analise as assertiva...
“Pernambucano”, “recifense”… Quem define o gentílico de um lugar?
Por Bela Lobato

(Disponível em: super.abril.com.br/coluna/oraculo/pernambucano-recifense-quem-define-o-gentilico-de-umlugar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O texto apresenta características predominantes da tipologia expositiva, uma vez que busca ser objetivo e informativo, recorrendo a definições ou conceituações para explicar algo e empregando dados e informações para expor o tema.
II. Há no texto um trecho narrativo que está a serviço do tema principal, servindo de exemplo a uma dada situação, o que não faz, contudo, com que a tipologia do texto possa ser considerada como narrativa.
III. Ao discorrer sobre como são formados os gentílicos, o texto recorre à tipologia descritiva, pois apresenta os principais atributos dessas palavras e valoriza pormenores, detalhes e minúcias.
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III: Errada. Aqui está a pegadinha. A assertiva diz que, ao explicar como os gentílicos são formados, o texto usa a tipologia descritiva, "pois apresenta os principais atributos dessas palavras e valoriza pormenores, detalhes e minúcias". Mas não é isso que acontece. Nesse trecho (linhas 16 a 23), o texto está explicando um processo: nome do lugar + sufixo (-ense, -ano, -ês) = gentílico, com exemplos como Nicarágua → nicaraguense. Isso é exposição (explicar, definir, esclarecer), e não descrição. Descrever seria caracterizar algo com detalhes sensoriais ou físicos, como cores, formas, aparência, o que não ocorre aqui. Explicar a regra de formação não é descrever atributos.
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