Homem, 68 anos, internado na UTI do hospital
municipal após fratura de fêmur direito, submetido
à osteossíntese. Antecedentes pessoais de
hipertensão arterial sistêmica, ex-tabagista, sem
histórico prévio de trombose. Sem histórico de
alterações hematológicas prévias. No pós-operatório imediato, iniciou profilaxia para
tromboembolismo venoso com heparina não
fracionada (5000 UI subcutâneo a cada 8h), fez
dose profilática de antibiótico cefazolina,
administrou seus medicamentos
anti-hipertensivos e demais cuidados habituais de
um pós-operatório. Evoluiu no primeiro dia da
internação com Hemoglobina: 13,5 g/dl, Leucócitos
totais: 7000/mm³ sem alterações nas séries,
Plaquetas: 230000/mm³. Seguiu estável, contudo,
já quase de alta da unidade de terapia intensiva, no
sexto dia, apresentou plaquetas de 90000/mm³,
sem demais alterações no hemograma. No dia
seguinte (sétimo dia na UTI), apresentou dor e
edema em membro inferior contralateral. Doppler
venoso confirma trombose venosa profunda. Qual é a melhor conduta nesse momento?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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