Em contextos escolares marcados por múltiplas disputas
simbólicas e interesses sociopolíticos diversos, a prática
pedagógica deixa de ser uma instância meramente
técnica para se constituir como espaço de
tensionamento entre o desejável e o possível, o prescrito
e o vivido, o consenso e o dissenso. À luz dessa
complexidade, a construção de uma proposta de
ensino-aprendizagem com coerência interna e
responsabilidade formativa pressupõe que: