Um diagnóstico organizacional constata que, diante de
falhas, a resposta recorrente de um órgão é criar novas regras
impessoais para cobrir cada exceção; estas, por sua vez,
reduzem ainda mais a margem de iniciativa, geram novas falhas
e demandam novas regras. Um analista interpreta esse padrão
autoalimentado à luz de Michel Crozier. A leitura teoricamente
adequada desse fenômeno é a de que: