Grande parte das patologias das construções em concreto arma...

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Q2780728 Engenharia Civil

Grande parte das patologias das construções em concreto armado são devido ao uso de tipos de cimento contraindicado, sabendo-se que cada tipo de cimento tem indicações técnicas que podem preservar a estrutura em concreto armado, podemos afirmar que são aglomerantes normatizados (ABNT) no Brasil para uso em concreto:

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Alternativa correta: A

Tema central: A questão aborda os tipos de cimento Portland normatizados segundo a ABNT NBR 16697:2018, essenciais para garantir a durabilidade e desempenho das estruturas de concreto armado.

É fundamental em concursos entender quais cimentos são realmente normatizados, pois o uso inadequado pode gerar patologias graves na construção.

Resumo teórico:

Os cimentos Portland são classificados no Brasil conforme suas composições e adições, sendo identificados por siglas como CP I (Puro), CP II (Com adições), CP III (Alto-forno), CP IV (Pozolânico) e CP V (Alta resistência inicial). Os números (32, 40) indicam a resistência mínima característica à compressão em MPa. Adições como Z (pozolana), E (escória), S (sílica ativa), RS (resistente a sulfatos) são reconhecidas pela norma.

Justificativa da alternativa A:

Todas as denominações da alternativa A estão corretas e normatizadas:

  • CP II Z 32: Cimento Portland com pozolana, 32 MPa
  • CP IV 32 RS: Cimento Portland pozolânico, resistente a sulfatos, 32 MPa
  • CP I S 32: Cimento Portland comum com sílica ativa, 32 MPa
  • CP II E 32: Cimento Portland com escória, 32 MPa
  • CP V ARI: Cimento Portland de alta resistência inicial
Estes tipos são descritos na ABNT NBR 16697:2018 e são os mais utilizados em estruturas de concreto armado.

Análise das alternativas incorretas:

B: Apresenta denominações inexistentes ou inadequadas, como "CP IV 80" (não existe resistência 80 MPa normatizada), "CP I J 70", "CP R 32", "CP V ARI 80", que não são reconhecidas pela ABNT.

C: Usa resistências e siglas fora do padrão normativo, como "CP II Z 62", "CP I S 62", "CP V A", além de "CP IV 32 SR" que não é nomenclatura oficial.

D: Também utiliza códigos e resistências não adequados, como "CP III F 40", "CP I Z 32", "CP II 40 FD", "CP II 80", e "CP II ARI", muitos destes não constam na norma.

E: Erros em siglas e nomenclaturas, como "CP II H 40", "CP II G ARI", "CPII F 32" (grafia inadequada), que não são reconhecidas oficialmente.

Dicas de interpretação:

  • Fique atento à grafia correta e à resistência máxima (normalmente até 40 MPa).
  • Desconfie de siglas inventadas ou fora do padrão ABNT.
  • Mantenha o foco nas classificações e adições reconhecidas em norma.

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