Uma paciente de 62 anos, costureira aposentada, comparece à consulta médica
queixando-se de dor crônica nos joelhos e nas mãos há cerca de 4 anos, com piora
progressiva. Relata que a dor piora ao final do dia, após realizar tarefas domésticas, e
melhora significativamente com o repouso. Sente rigidez nas articulações ao acordar, que
dura em média 15 minutos. Ao exame físico, apresenta índice de massa corporal (IMC) de
31 kg/m² (obesidade grau I). Nota-se aumento de volume fibroósseo indolor nas
articulações interfalangeanas distais (IFD) e proximais (IFP) de ambas as mãos, além de
crepitação palpável e redução da amplitude de movimento bilateral dos joelhos. Não há
sinais de sinovite aguda (calor, rubor ou eritema). As radiografias dos joelhos demonstram
estreitamento assimétrico do espaço femorotibial, esclerose do osso subcondral e
presença de osteófitos marginais. Com base no quadro clínico, radiológico e nas diretrizes
atuais para o manejo da osteoartrite, assinale a alternativa INCORRETA: