Sobre o encaminhamento de amostras para a Coordenação de Ge...
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Mas porque a A está errada?
A) Incorreta – A ordem de prioridade para amostras de identificação humana pode variar conforme o estado de preservação do corpo. Ossos e dentes são frequentemente priorizados em casos de corpos em avançado estado de decomposição, pois são mais resistentes à degradação do que sangue e tecidos moles.
Em caso de vestígios preservados em bons estados e sem decomposição avançada, a ordem preferencial seria: sangue, tecidos moles, dentes e ossos.
Alternativa A: ❌ Incorreta.
A ordem de prioridade para identificação humana normalmente é dentes, ossos, tecidos moles e sangue, pois dentes e ossos preservam melhor o DNA em situações de degradação. A ordem apresentada na alternativa está invertida.
Alternativa B: ❌ Incorreta.
Em crimes sexuais, é essencial o envio de amostras de referência (do suspeito e da vítima), justamente para que se possa comparar os perfis genéticos obtidos de swabs (vaginal, anal, bucal etc.) com os dos envolvidos.
Alternativa C: ❌ Incorreta.
O papel filtro é usado apenas para amostras de referência de sangue seco. Outras amostras (como pelos, swabs, tecidos, ossos etc.) têm formas de coleta e acondicionamento diferentes.
Alternativa D: ✅ Correta.
As amostras de referência (coletadas de pessoas conhecidas — vítima, suspeito ou familiares) devem ser encaminhadas junto com:
- Termo de Consentimento Livre e Esclarecido,
- Ficha de dados,
- Cópia do documento de identidade (RG).
Esses documentos garantem a legalidade da coleta e a rastreabilidade da amostra.
Alternativa E: ❌ Incorreta.
Nem todas as amostras precisam ser refrigeradas. Muitas devem ser mantidas secas e à temperatura ambiente, especialmente aquelas em papel filtro. A refrigeração é indicada apenas para amostras biológicas frescas (como tecidos e sangue líquido) que serão processadas rapidamente.
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