A Ciência Aberta oferece benefícios como maior transparência,
integridade acadêmica, reprodutibilidade e colaboração,
mas enfrenta desafios como a proteção de dados sensíveis,
custos de publicação e a necessidade de infraestrutura e
capacitação profissional. No Brasil, a trajetória da Ciência
Aberta ganhou força com o lançamento da SciELO em 1998,
uma plataforma de periódicos científicos revisados por pares
e disponíveis gratuitamente. “Ao tornar o conhecimento
científico mais acessível, a ciência aberta pode ajudar a reduzir as
desigualdades de acesso à informação, especialmente em países
em desenvolvimento” (Bittar et al., 2024). A Ciência Aberta,
portanto, representa um caminho promissor para democratizar
o conhecimento, estimular a inovação e enfrentar desafios
globais, desde que sejam respeitados os aspectos éticos e
legais. “A transição para um modelo de ciência aberta implica em
mudanças nos paradigmas tradicionais da pesquisa, desafiando
valores como autonomia e reconhecimento” (Bittar et al., 2024).
Ciência Aberta: o caminho para a democratização do conhecimento
e a inovação colaborativa. Disponível em: https://portal.
sbpcnet.org.br. Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).
O CERN (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear), do qual
o Brasil é membro, é uma instituição que disponibiliza dados
de experimentos em Física de Partículas para fins educacionais
e de pesquisa. Uma atividade proposta para estudantes da
Educação Básica, utilizando dados coletados no laboratório do
CERN, avalia características físicas resultantes de colisões entre
partículas. Na análise da colisão entre feixes, quais quantidades
físicas são conservadas?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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