Na série o/a Assistente Social e o combate ao preconceito, c...
1ª COLUNA
I - Higienismo. II - Eugenia. III - Aporofobia. IV - Direitos humanos.
2ª COLUNA
( ) Diz respeito ao medo, à rejeição ou a aversão a pessoas pobres. Termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina em 1990, considerando que os(as) pobres são vistos(as) como incapazes de oferecer algo em troca em relações sociais e econômicas, algo inaceitável e repugnado na sociedade capitalista de consumo. É também uma forma de preconceito, manifestado na criminalização da pobreza e em atitudes individuais e políticas, sendo um fenômeno crescente no Brasil.
( ) Surgiu entre os séculos XIX e XX, quando médicos e sanitaristas refletiram acerca de ocorrências sucessivas de surtos epidêmicos de algumas doenças, como: febre amarela, tifo, varíola e tuberculose, as quais resultaram no aumento expressivo de mortes entre populações urbanas. Assim, originou-se tal linha de pensamento, em que se defendiam padrões sociais e de comportamento em nome da saúde. Na defesa da articulação entre ordem e higiene, acreditava que se deveria “descartar” o que não servia para a cidade.
( ) Significa “bom nascimento ou raça”, foi criado pelo naturalista inglês Francis Galton no final do século XIX. Baseou-se em teorias de higiene racial, sendo alicerce de políticas persecutórias nazistas de “limpeza” de raça. E no período entre as duas grandes Guerras Mundiais, de 1918 a 1939, movimentos se espalharam por vários países da Europa e da América, inclusive no Brasil, sendo uma das suas principais características a de considerar que existem pessoas “melhores” do que outras.
( ) São direitos inerentes a seres humanos, sem qualquer discriminação, reconhecidos e protegidos tanto por leis nacionais, quanto por tratados internacionais. Após a Segunda Guerra Mundial, a comunidade internacional percebeu a necessidade de proteger os direitos fundamentais e evitar futuras atrocidades como o Holocausto.