Em uma organização pública, foi conduzido um ciclo completo ...
À luz dos princípios da avaliação e do controle estratégico, essa iniciativa reflete:
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Gabarito comentado
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Alternativa correta: E — uso do controle como ferramenta de retroalimentação do planejamento, permitindo ajustes estratégicos com base em evidências e desempenho.
Tema central: avaliação e controle estratégico na gestão por resultados. A questão cobra se o aluno reconhece o papel do feedback (monitoramento e avaliação) para ajustar metas, indicadores e recursos quando os projetos entregues não geram os resultados esperados.
Resumo teórico: na administração pública, o ciclo de gestão envolve planejar-executar-monitorar-avaliar-ajustar (PDCA). Projetos entregam outputs; metas medem outcomes. Quando os resultados não aparecem, a boa prática é revisar indicadores, realocar recursos e recalibrar objetivos, aprendendo com a execução. Essa é a lógica do controle estratégico e da melhoria contínua.
Fontes úteis: TCU – Referencial Básico de Governança (princípios de monitoramento, avaliação e aprendizado); Decreto 9.203/2017 (governança pública e foco em resultados); Kaplan & Norton (Balanced Scorecard, uso de indicadores para ajuste estratégico); Gespública – Guia para Construção de Indicadores.
Por que a E é correta? O enunciado descreve exatamente a retroalimentação do planejamento: após verificar que as metas não foram atingidas, a equipe revê indicadores, realoca recursos e reformula objetivos de médio prazo com base em “lições aprendidas”. Isso traduz o uso do controle para tomada de decisão e adaptação estratégica, como orientam TCU e BSC.
Por que as demais estão erradas?
A – Afirma que há “limitação estrutural” que inviabiliza metas futuras. Falso: revisar e aprender fortalece o plano; não o invalida.
B – Diz que a avaliação é “tática”, só ao final e sem alterar objetivos. Falso: avaliação é contínua e deve realinhar objetivos quando necessário.
C – Supõe que indicadores inadequados impedem ações até novo plano completo. Falso: boas práticas permitem ajustes em curso (indicadores e metas) com base em evidências.
D – Chama de “fragilidade de governança” mudar objetivos após projetos. Falso: governança madura promove adaptação e aprendizado quando resultados não vêm.
Estratégia de prova: identifique palavras-chave como lições aprendidas, revisar indicadores, realocar recursos e reformular objetivos. Elas sinalizam feedback e melhoria contínua. Desconfie de alternativas que imponham rigidez (“só ao final”, “inviabiliza”, “impede”) ou que confundam entrega de projetos com alcance de resultados.
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Comentários
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✅ E) o uso do controle como ferramenta de retroalimentação do planejamento, permitindo ajustes estratégicos fundamentados em evidências e no desempenho institucional.
No contexto do planejamento estratégico, o controle e a avaliação têm a função de monitorar o desempenho, verificar desvios e retroalimentar o processo de planejamento — ou seja, gerar aprendizados e permitir ajustes nos objetivos, indicadores e metas com base nos resultados obtidos.
No caso descrito, a equipe analisou os resultados, revisou indicadores e reformulou objetivos à luz das lições aprendidas, caracterizando precisamente o uso do controle estratégico como mecanismo de retroalimentação do ciclo de gestão.
fonte: tec
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E — uso do controle como ferramenta de retroalimentação do planejamento, permitindo ajustes estratégicos com base em evidências e desempenho.
O cenário descreve a aplicação do controle estratégico como instrumento de aprendizado e ajuste contínuo.
Embora os projetos tenham sido implementados, as metas não foram atingidas, levando a equipe a revisar indicadores, realocar recursos e recalibrar objetivos.
Esse processo reflete o ciclo de gestão pública (planejar, executar, monitorar, avaliar e ajustar), em que indicadores medem resultados e orientam decisões gerenciais.
Normas e práticas da administração pública, como a Instrução Normativa nº 24/2020 e diretrizes de órgãos como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União, reforçam que monitoramento e avaliação devem gerar dados para ajustes estratégicos, promovendo melhoria contínua e eficácia institucional.
Assim, a ação da equipe demonstra o uso do controle como retroalimentação do planejamento, permitindo correções fundamentadas em evidências e desempenho real.
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