O diagnóstico estratégico é uma ferramenta essencial no pla...

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Q3615912 Administração Geral
O diagnóstico estratégico é uma ferramenta essencial no planejamento organizacional, pois permite identificar fatores internos e externos que afetam o desempenho institucional.

Com base na análise interna e externa do ambiente organizacional, é correto afirmar que: 
Alternativas

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Alternativa correta: C

Tema central: Diagnóstico estratégico por meio da Análise SWOT/FOFA. Essa ferramenta identifica aspectos internos (forças e fraquezas) e fatores externos (oportunidades e ameaças) que influenciam o desempenho e orientam o planejamento.

Resumo teórico: - Forças: capacidades e recursos internos que favorecem a estratégia (ex.: marca forte, tecnologia proprietária).
- Fraquezas: limitações internas que prejudicam resultados (ex.: alto turnover, processos ineficientes).
- Oportunidades: condições do ambiente externo que podem ser aproveitadas (ex.: nova regulação favorável, crescimento do mercado).
- Ameaças: forças externas que podem reduzir o desempenho (ex.: novos entrantes, crise econômica).
Em regra, interno = mais controlável; externo = não controlável (a organização apenas reage/antecipase com estratégias).

Por que a C está correta: Ela descreve precisamente a lógica da SWOT: forças e fraquezas pertencem ao ambiente interno e são mais controláveis; oportunidades e ameaças estão no ambiente externo e são não controláveis. Esse “ajuste” entre dentro e fora é o núcleo do planejamento estratégico.

Por que as demais estão erradas:
- A: diz que ameaças são internas. Incorreto: ameaças são externas; o análogo interno é “fraquezas”.
- B: define oportunidades como internas. Errado: oportunidades são externas. Eficiência e clima são efeitos de forças internas (ou de melhorias que reduzem fraquezas).
- D: afirma que a análise interna deve prevalecer. Equívoco: o sucesso depende do ajuste interno-externo (fit estratégico); ignorar o ambiente externo compromete a estratégia.
- E: classifica pontos fortes e fracos como variáveis externas. Inversão conceitual: são internas e mais controláveis.

Estratégias de prova:
- Associe interno a “recursos, processos, pessoas, cultura” e externo a “mercado, concorrência, regulação, tecnologia, economia”.
- Palavras-gatilho: “ameaça/oportunidade” → externo; “força/fraqueza” → interno.
- Desconfie de enunciados que absolutizam (“deve prevalecer”, “define integralmente”): costumam ser generalizações indevidas.

Fontes: Ansoff, H. I. (1965) Corporate Strategy; Porter, M. E. (1980) Competitive Strategy; Chiavenato, I. (Administração; eds. diversas). Materiais de apoio do SEBRAE sobre Análise SWOT/FOFA.

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Análise SWOT : FOFA

Forças e Fraquezas- aspectos internos e controláveis (Ex: capacidade técnica dos colaboradores é excelente / uma força)

Oportunidades e Ameaças: são variáveis externas que a organização não pode controlar (Ex: A empresa concorrente está vendendo muito agora / uma ameaça)

bons estudos!

A respeito da D:

Em se tratando do serviço público, o ambiente externo possui prioridade sobre o interno.

Lembre-se da supremacia do interesse público sobre o privado e da indisponibilidade do interesse público.

Essa é a regra que vale no âmbito público.

Forças: pontos fortes, posiçao favorável, vantagem competitiva. (vantagem em relação a concorrência)

Fraquezas: pontos fracos, posição desfavorável (desvantagem em relação a concorrência)

As forças e fraquezas são elementos internos controláveis.

Gabarito: Letra C

Essa é uma questão excelente para revisar a matriz SWOT (ou análise FOFA), que é a espinha dorsal do planejamento estratégico em qualquer prova de Administração.

Uma estratégia muito segura para resolver questões sobre esse tema é sempre dividir a ferramenta em dois grandes blocos: o ambiente que a organização domina (da porta para dentro) e o ambiente que ela apenas monitora (da porta para fora).

Vamos analisar o erro e o acerto de cada alternativa para consolidar o conceito:

  • A - Incorreta. O erro está em classificar "ameaças" como fatores internos. As ameaças têm origem no ambiente externo (como uma nova legislação restritiva, uma crise econômica ou um movimento da concorrência) e, portanto, fogem do controle direto da instituição.
  • B - Incorreta. A afirmativa falha ao conceituar oportunidades como fatores internos. Oportunidades habitam exclusivamente o ambiente externo (como uma nova tecnologia lançada no mercado ou uma demanda social emergente que a organização pode aproveitar).
  • C - Correta (Gabarito). Essa é a descrição exata e estrutural do modelo de Harvard. Forças e fraquezas formam o ambiente interno (são variáveis controláveis, como a qualificação da equipe ou a estrutura física), enquanto oportunidades e ameaças compõem o ambiente externo (são variáveis não controláveis, sobre as quais a organização não tem poder de decisão).
  • D - Incorreta. O diagnóstico estratégico exige um olhar holístico e equilibrado. Afirmar que os fatores internos definem "integralmente" o sucesso ignora a realidade de que as variáveis externas (cenário político, econômico e social) podem inviabilizar até a organização mais bem estruturada internamente.
  • E - Incorreta. A banca inverteu os conceitos para testar a atenção do candidato. Pontos fortes e fracos pertencem ao ambiente interno (são controláveis), e não ao ambiente externo.

O domínio exato das fronteiras entre o que é interno/controlável e o que é externo/incontrolável é o diferencial para garantir a pontuação nesse tipo de cobrança. A repetição exaustiva constrói a nossa aprovação. Em tudo dai graças e foco no Diário Oficial.

Referências Bibliográficas:

CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento Estratégico: Fundamentos e Aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia e Práticas. 33. ed. São Paulo: Atlas, 2015.

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