Uma primigesta de 28 anos, sem antecedentes psiquiátricos
conhecidos, é levada ao pronto-socorro pelo marido no 12º dia
após um parto vaginal sem intercorrências. Nas últimas 48 horas,
tornou-se progressivamente agitada, dorme menos de duas horas
por noite e passou a apresentar comportamento estranho,
recusando-se a amamentar e a segurar o recém-nascido. Afirma
que seu filho foi "escolhido para uma missão divina" e que
"vozes" orientam que ele deve ser purificado antes que "forças
malignas" o levem. O marido relata que precisou impedir a
paciente de realizar esse "ritual". Ao exame, encontra-se
desorientada no tempo, com pensamento desorganizado,
importante labilidade emocional e alucinações auditivas. O
recém-nascido encontra-se saudável.
A conduta mais adequada é
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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