Durante uma auditoria técnica no ambiente de rede da Secret...

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Q4233644 Segurança da Informação
Durante uma auditoria técnica no ambiente de rede da Secretaria Municipal de Saúde, verificou-se que a comunicação entre os servidores remotos e o datacenter da Prefeitura utiliza criptografia assimétrica baseada no algoritmo RSA com chaves de 1024 bits. Considerando as recomendações mais recentes de segurança da informação, os avanços em técnicas de criptoanálise e os padrões definidos por organismos como a NIST, qual das medidas abaixo representa a ação técnica mais consistente para reforçar a segurança sem comprometer a interoperabilidade com sistemas existentes?
Alternativas

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: O ponto decisivo é que o enunciado informa RSA com chaves de 1024 bits, abaixo do patamar atualmente aceitável segundo o NIST SP 800-131A Rev. 2. Assim, a medida correta é elevar a chave para 2048 bits ou mais, mantendo a mesma família algorítmica e a interoperabilidade.

Tema central: Tamanho de chave RSA
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A acerta porque enfrenta exatamente a fragilidade apontada: o tamanho da chave RSA. O critério técnico da base é que RSA com menos de 2048 bits fica abaixo do nível atualmente aceitável, enquanto RSA com 2048 bits ou superior é aceitável nas recomendações do NIST. Além disso, aumentar o tamanho da chave mantém a mesma família algorítmica e a mesma arquitetura baseada em RSA, o que atende ao requisito de reforçar a segurança sem comprometer a interoperabilidade com sistemas existentes.
B
Errada
Está errada porque troca o problema de adequação do RSA por outra arquitetura criptográfica, sem atacar o ponto cobrado, que é fortalecer a proteção assimétrica existente de modo interoperável. A referência a criptografia simétrica de fluxo com compressão integrada também não constitui, segundo a base, resposta técnica padrão para esse cenário.
C
Errada
Está errada porque DES com chave de 56 bits é obsoleto e inadequado do ponto de vista criptográfico. Em vez de reforçar a segurança, essa alternativa propõe um algoritmo e um tamanho de chave incompatíveis com as recomendações atuais.
D
Errada
Está errada porque segmentação lógica, VLANs e firewalls são controles de rede, não substitutos de criptografia para proteger a confidencialidade do tráfego entre servidores remotos e o datacenter. A base é expressa em que essas medidas não eliminam a necessidade de proteção criptográfica do canal.
E
Errada
Está errada porque altera protocolo de aplicação e compactação de cabeçalhos, mas mantém a mesma estrutura criptográfica deficiente. Como o problema central é o RSA de 1024 bits, mudar para HTTP/2 não corrige a fragilidade criptográfica identificada.
Pegadinha da questão
A confusão explorada foi fazer o candidato trocar reforço criptográfico real por mudança de protocolo, por ganho de desempenho ou por controles de rede, sem corrigir a insuficiência do RSA 1024 bits.
Dica para questões semelhantes
  • Quando o problema apontado for tamanho de chave em criptografia assimétrica, a primeira verificação deve ser se o comprimento ainda está dentro do patamar aceitável nas diretrizes atuais.
  • Se a exigência incluir interoperabilidade, prefira a correção que fortalece a solução existente sem trocar desnecessariamente a arquitetura criptográfica.
  • Mudança de protocolo de aplicação ou de transporte não resolve, por si só, fragilidade de chave criptográfica.
  • Controle de rede e criptografia têm finalidades diferentes; segmentação e firewall não substituem confidencialidade criptográfica do canal.

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