Mulher de 76 anos, com hipertensão arterial sistêmica, obes...

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Q4307671 Não definido
Mulher de 76 anos, com hipertensão arterial sistêmica, obesidade grau I e doença renal crônica estágio G3a, sem diagnóstico de diabetes Mellitus, é internada pela segunda vez em 8 meses por dispneia progressiva, ortopneia e edema de membros inferiores. Na admissão, apresentava estertores bibasais, turgência jugular e congestão pulmonar à radiografia de tórax.
Após tratamento com furosemida intravenosa, evolui com resolução da congestão e encontra-se clinicamente estável, em programação de alta hospitalar. Antes da internação, apresentava dispneia aos esforços habituais, compatível com classe funcional III da NYHA.
Ecocardiograma demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, hipertrofia ventricular esquerda concêntrica, volume atrial esquerdo indexado de 45 mL/m², relação E/e' média de 17 e ausência de valvopatia significativa.
Na alta, apresenta: PA: 126/72 mmHg; FC: 68 bpm, ritmo sinusal; Hemoglobina: 12,4 g/dL; Sódio: 138 mEq/L; Potássio: 5,2 mEq/L; Creatinina: 1,3 mg/dL; TFGe: 44 mL/min/1,73 m²; Glicemia de jejum: 96 mg/dL; HbA1c: 5,8%; NT proBNP: 1.480 pg/mL.
Encontra-se euvolêmica e recebe valsartana para controle da hipertensão arterial, além de furosemida oral em dose ajustada para manutenção da euvolemia.

Considerando o diagnóstico, os exames laboratoriais e o objetivo de reduzir o risco de novos eventos de insuficiência cardíaca, assinale a conduta farmacológica, associada ao respectivo mecanismo de ação, mais apropriada nesse momento.
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