Homem de 68 anos, hipertenso, portador de doença renal crôn...
Após estabilização inicial, permanece inadvertidamente dependente da infusão para controle pressórico. No sétimo dia de tratamento, recebe nitroprussiato na dose de 3,5 mcg/kg/min e evolui com náuseas, zumbido, desorientação progressiva e acidose metabólica. Mantém pressão arterial de 176 × 104 mmHg, sem edema agudo de pulmão ou evidências de síndrome coronariana aguda.
Considerando a farmacologia do nitroprussiato de sódio, suas potenciais toxicidades e a seleção do tratamento anti-hipertensivo conforme a lesão de órgão alvo, a conduta mais adequada é