Um intensivista e chefe da UTI do hospital
pergunta ao pneumologista qual a melhor
“bombinha” para DPOC. Ele tem 62 anos, é
ex-tabagista e apresenta dispneia aos esforços há
pelo menos 1 ano. Inicialmente acreditou ser por
causa da correria do trabalho, mas agora também
apresenta tosse seca e acredita que pode ter
DPOC. O pneumologista o examina e, na ausculta,
percebe estertores creptantes tipo velcro em
bases, dedos levemente baqueteados, Sat O2 em
ar ambiente 94%. Qual deve ser a conduta nesse
caso?