Com o intuito de explorar o corpo como
instrumento político e poético, o diretor teatral brasileiro
Augusto Boal desenvolveu uma proposta cênica em que
atores e participantes constroem configurações corporais
organizadas de modo a revelar conflitos sociais, relações
de poder e diferentes perspectivas sobre determinada
situação. Além disso, nessa forma de manifestação teatral,
a cena é estruturada por composições visuais que
dispensam a palavra como elemento central, convidando
o público a interpretar e transformar simbolicamente essas
construções. Essa modalidade, integrante do Teatro do
Oprimido, é denominada: