O chamado “paciente difícil” não se refere a um caso muito...

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Q4233670 Psicologia
 O chamado “paciente difícil” não se refere a um caso muito grave de doença que exija muito dos médicos, mas sim alguém com dificuldade de relacionamento, com uma posição de revolta. (SIMONETTI, 2016). Considerando a situação, a indicação de intervenção psicológica mais indicada é:
Alternativas

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: O enunciado define o “paciente difícil” como alguém com dificuldade de relacionamento e posição de revolta. Esse dado torna decisiva uma resposta psicológica inicial centrada em escuta e acolhimento, e não em encaminhamento medicamentoso, contenção ou terceirização do manejo.

Tema central: Manejo do paciente difícil
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A está correta porque propõe a intervenção psicológica inicial compatível com o caso descrito: escutar a revolta e reconhecer sentimentos e medos. Entre as opções, é a única que mantém o foco no vínculo e no manejo relacional do paciente, que é exatamente o problema apresentado no enunciado.
B
Errada
Está errada porque transforma uma dificuldade relacional em indicação primária de encaminhamento psiquiátrico com medicação, sem suporte no enunciado.
C
Errada
Está errada porque desloca o manejo para um terceiro. Acionar familiar pode ser medida acessória em alguns contextos, mas não é a intervenção psicológica mais indicada como resposta central ao caso.
D
Errada
Está errada porque contenção física é medida coercitiva que pressupõe risco iminente, agitação grave ou necessidade de proteção imediata, elementos ausentes no enunciado.
E
Errada
Está errada porque trata o problema como falta de adesão a procedimentos, com enfoque educativo, quando o enunciado destacou revolta e dificuldade de relacionamento.
Pegadinha da questão
Confundir “paciente difícil” com paciente grave, psiquiátrico agudo ou indisciplinado a ser controlado, quando o enunciado indicava um problema relacional que exigia escuta acolhedora.
Dica para questões semelhantes
  • Se o enunciado descreve revolta e dificuldade de relacionamento, priorize intervenção psicológica relacional antes de medidas coercitivas ou medicalização.
  • Encaminhamento psiquiátrico, contenção física ou acionamento de terceiros exigem elementos adicionais no caso; não podem ser presumidos.
  • Quando o núcleo do caso é afetivo-relacional, foco exclusivo em adesão ou orientação procedimental tende a errar a prioridade do manejo.

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